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20 março, 2010

workschop de avaliação


Dia 16 de dezembro de 2009 realizamos o workschop, momento destinado a apresentação do portfólio de cada integrante do PEAD, eixo VII.
As apresentações foram tranquilas, o que refletiu o crescimento do grupo.
Em minha apresentação fiz um breve relato das interdisciplinas do eixo em forma de mapa conceitual dando enface as mais significativas na minha aprendizagem.
No final da apresentação dos slides, relatei as aprendizagens do semestre e a orientadora Darlize de Mello
fez algumas observações, momento este que algumas colegas do grupo também participaram relatando de forma resumida suas experiências, que de algumas forma eram similares as minhas.
Meu grupo era composto pelas seguintes colegas:

  • ROSEANE MACHADO DA SILVEIRA
  • ROSELANA RODRIGUES DA SILVA
  • SANDRA BARTIKOSKI DA ROCHA
  • SELVA LUZIA DE MORAES VIEIRA
  • SOLANGE MOLINA SENTINGER
  • TATIANA ROSMARY GOMES
  • TATIANI ROLAND SZELEST
  • ZINARA BIRNFELD MISTRELLO
Final de semestre...é uma grande satisfação pessoal saber que parte da minha meta foi cumprida com êxito.
Obrigada a todos que contribuiram, de algumas forma, nessa minha caminhada.

19 novembro, 2009

Arquiteturas pedagógica

(Releitura da obra O grito de Edvard Munch, a paródia foi feita pelo chargista Gary Brookins)



    Na atividade 7 , do Seminário Integrador, nos foi proposto a identificação de elementos que constituem um trabalho diferenciado para posteriormente relaciona-los com o texto Arquiteturas Pedagógicas.

     Com base nos elementos constitutivos mais elencados pelo grande grupo, um novo desafio nos foi lançado, elaborar uma atividade a ser desenvolvida com nossos alunos. Proposta esta que deve considerar o texto lido e no mínimo três elementos constitutivos de um trabalho diferenciado.
     Meu grupo escolheu a arquitetura edição de imagem, nesta proposta iremos trabalhar a releitura de algumas obras.
     O trabalho com “Releitura de Obras” faz com que as crianças entrem em contato com o universo da arte de forma participativa; após apreciar e ter informações sobre determinada obra. Ao reproduzir esta obra, a criança desenvolve habilidades com: percepção, imaginação e amplia seu universo cultural.
     Nesta proposta vamos elencar os elementos, interação; momentos de troca e discussões acerca das pesquisas realizadas, investigação; ação que leva a busca do conhecimento, registro; anotações do processo da pesquisa, e por último, a autoria; interpretar a obra e colocar sua visão de mundo, suas críticas, sua linguagem e suas experiências sobre a obra escolhida.
     A releitura que estamos propondo é uma arquitetura, pois irá propiciar combinações de estratégias, dinâmica de grupo, softwares educacionais, voltadas para o favorecimento da aprendizagem. Além disso, a releitura da forma como será proposta irá requerer do aluno atitudes ativas e reflexivas a partir da sua produção.
     A arquitetura proposta tem como objetivo propiciar aprendizagem a partir da confluência de diferentes componentes: abordagem pedagógica, software educacional, internet, inteligência artificial, concepção de tempo e espaço.
     Nossa proposta é que o aluno construa uma metalinguagem da imagem, compreendo, interpretando, descrevendo, decompondo, para aprendê-la enquanto objeto a conhecer. E, a partir da apropriação do conhecimento desse objeto ele constrói representações e as interpreta.
     Esta arquitetura visa contribuir para a formação de um cidadão de capacidade crítica, com poder de emitir opiniões, juízos de valor e de atribuir significado. Mesmo porque a atribuição à leitura de imagens, tem um significado mais amplo do que a mera decodificação de códigos.

01 setembro, 2009

SEMINÁRIO INTEGRADOR VII


No dia 26 de agosto, tivemos nossa primeira aula presencial do Seminário Integrador VII.
Nos foi proposto atividades disparadoras, que seriam desenvolvidas em grupos, num determinado tempo estipulado pelas professoras da interdisciplina.
Eram duas propostas, a ao final de cada uma delas, faríamos uma discussão oral, teórica, sobre os resultados obtidos.
Meu grupo G2b , ficou com a proposta 2, cujo objetivo era mobiliar uma casa, dois dormitório; sala; cozinha e banheiro, cujos moradores seriam dois adultos, com a quantia de R$10.000,00,
Nesta atividade assumimos o papel de Sherlock Holmes, pois tínhamos uma missão pela frente, que usaríamos a dedução para obter uma conclusão a respeito de uma determinada hipótese.
O grupo se empenhou o máximo, cada um contribuía com sugestões, até que chegamos a conclusão que, a casa seria habitada por um jovem casal, em início de vida a dois. A partir daí, foi aquela correria , como atividade “disparadora”, não poderia ser diferente, tínhamos que gastar o dinheiro, de acordo com os interesses e necessidades do casal.
O resultado foi fantástico, pois mobiliamos toda a casa e ainda sobrou dinheiro para comprar alguns acessórios para o lar.
Porém, o mais interessante, no meu ponto de vista, foi a idéia que surgiu a partir dessa dinâmica, pois estou trabalhando sistema monetário com meus alunos. Vamos montar um supermercado, onde alguns alunos serão os clientes e outros os vendedores, ambos terão que cumprir uma missão, como por exemplo, os clientes farão suas compras de acordo com suas necessidades e interesses, tendo um valor determinado que será o mesmo para todos. Aos vendedores caberá a missão de proporcionar as melhores ofertas, tendo em conta que, os preços serão tabelados, dessa forma, deverão oferecer prazos mais longos ou taxas reduzidas, porém não devem esquecer que devem lucrar mais que seus concorrentes. (idéia não concluída).
Já arrecadamos vários encartes, os produtos serão recortados e separados, pois faremos varias estandes, como por exemplo, farmácia, bazar, mercearia, açougue, etc.
Esta atividade terá como principal objetivo o trabalho cooperativo e estratégico, cooperativo; pois cada cliente (aluno) tomará decisão de acordo com a escolha da maioria de seu grupo, estratégico; pois ambos os grupos terão que priorizar os interesses e necessidades, de acordo com os valores que receberão.
Minha tarefa nesse projeto é de apontar caminhos, para que os alunos possam caminhar com seus próprios pés.