19 agosto, 2008

A vida adulta e o tempo

O tempo
O tempo de ser crainça,
de brincar a infância.
Tempo de ser adolescente,
depreocupadamente,
Tempo de crescer e amadurecer,
Tempo de crescer e amadurecer,
vida de adulto viver.
Tempo e Contratempo
Tempo de investir e desistir.
Apostar, ganhar , perder.
Renascer da morte em vida,
Entregar a vida para a morte.
Tempo...
Tempo bem empregado.
Tempo desperdiçado...
Trabalha o relógio seguindo em frente
marcando todos os segundos
da vida da gente.
Em muitas horas me perdi
na minha própria história
Pulei alguns capítulos
sem saber se eram feios ou bonitos.
Criei novos títulos,
Ah! Tempo!
O tempo que tenho agora,
é marcado pelo romper da aurora.
Avisando que novo dia está começando,
continuando a marcação da hora.
E eu oro, nesta hora !
Valha-me Deus!
Antes que pare o relógio de meu tempo.
Antes que eu termine minha história,
Que eu possa rever minhas memórias
consertando as falhas de outrora.
© Cora Maria
Este poema fala de Tempo a algumas fases da vida. A criança brinca,
o adolescênte despreocupado e o adulto...este, além do tempo precisa
do contratempo. O tempo é curto para os adultos, muitos capítulos da vida são pulados, alguns criam novos pítulos, outros não têm tempo para. E continua a marcação das horas...a vida continua, e quanta coisa pra fazer, só acaba quando acabar a nossa história.

15 agosto, 2008

Tabela de tempo

A elaboração da tabela de tempo trouxe novas aprendizagens, aprendizagens que se refere ao uso de recursos do wiki e ao uso do tempo. Aprendi a colorir as tabelas criadas no próprio wiki, descoberta que será usadas em outras atividades, se necessário. Ao completar a tabela, percebi que não se administra o tempo, o que se administra são os compromissos, se define o que é importante, o que é urgente, aquilo que é ambos ou aquilo que é coisa nenhuma. E que esta tabela, na verdade, é um planejamento, pois planejar é ter uma organização pessoal. Esta atividade nos leva a refletir sobre o quanto o tempo rende quando bem aproveitado, quando avaliamos criteriosamente o que é importante, quando o usamos de forma inteligente e produtiva. Porém nos leva a pensar que o tempo não pára, a vida corre e não conseguimos acompanhar, os dias passam e não vemos, a semana passa, passa meses, e não conseguimos finalizar algumas coisas e logo o final no ano está aí. TEMPO ESCORRIDO O tempo galopa e foge A vida nem tem sentido Quando penso que está vindo O chegar já está partindo. O dia que vou vivendo É passado num minuto futuro que viria Invade o dia presente Já era Quebra a rima Pula o muro E se vai, escapa, corre... Foge vira lembrança Eta vida que me escapa E rouba a minha criança E deixa em seu lugar Esta mulher de olhar vago Que nem mesma sei se existe Perdidamente escondida Escolhida pra ser triste. (Elza Fraga)

03 agosto, 2008

Apresentaçao do Portfolio 2008

Portifólio 2008 Apresentação SlideShare Link Durante este semestre trabalhamos com interdisciplinas que nos chamaram a atenção para a existência de outras formas de leitura do universo cotidiano que nos cerca. O conceito tempo e espaço foi o eixo norteador da integração das interdisciplinas, pela sua complexidade, pois podem ser vistos sob vários aspéctos. Nos foi proposto uma apresentação oral do Portfólio 2008, onde consta uma reflexão-síntese das interdisciplinas. Durante as apresentações pude perceber o quando houve progresso na nossa caminhada, pois as colegas estavam mais tranqüilas, podendo dessa forma expor suas aprendizagens.

18 junho, 2008

Grupos Sociais

Como afirmou a professora Simone Valdete, a atividade do enfoque III, sobre grupos sociais, e´bem complexa, porém interessante.
Este tema abrange inúmeros recortes riquissímos em conteúdos, talvez isso que tenha assustado tanto os cursistas do PEAD, pois pensar numa atividade como um todo, aprofundando cada recorte e ao mesmo tempo fazendo relações espacial e temporal é uma tarefa que exige muita determinação e aprofundamento teórico. Além disso não podemos esquecer, que no final desse trabalho, o objetivo dessa atividade, só será concretizado, se os alunos adquirirem as competências que pretendemos aos alunos.
A partir dessa atividade, percebi o quanto podemos trabalhar as noções de temporalidade e espaço, partindo da memória individual do aluno, e o quanto isso facilita a compreenção deles.Um bom ensino de geografia e história, portanto, como qualquer outro ensino, não pode deixar de recorrer à memória.

07 junho, 2008

Espaço e Forma

 Quando vi esta imagem lembrei-me da atividade que apliquei com meus alunos, atividadde esta referente a EF-3, pois nesta imagem aparecem várias formas geométricas, além da paisagem linda. Nesta atividade os alunos tinham que circular pela escola e identificar objetos semelhantes as figuras geométricas, foi uma atividade muito rica em aprendizagem e ao mesmo tempo muito prazerosa. Os alunos as formas geométricas sem a necessidade de registrar nada em seus cadernos. Com estas experiências fica explicíto que é possível reunir dentro da mesma situação o brincar e o educar.Como diz a autora Juliana Tavares Maurício "...desmistificar o papel do “brincar”, que não é apenas um mero passatempo, mas sim objeto de grande valia na aprendizagem e no desenvolvimento das crianças." Nesta atividade percebi o desenvolvimento de habilidades do pensamento, da imaginação, da tomada de decisão, da criatividade, do levantamento de hipóteses, a obtenção e organização de dados, enfim foram muitas as habilidades deselvolvidas nessa atividade, foram muitas hipóteses levantadas que nem eu mesma tinha imaginado. É como olhar para a água dessa imagem e deixar fluir a imaginação.

03 junho, 2008

Sombras

No módulo II,de ciências, do ciclo da natureza, a proposta era trabalhar a atividade como uma investigação, em que os alunos resolvessem problemas, de fazer com que os recortes de formas diferentes produzissem sombras iguais.
No primeiro momento os alunos tiveram contato com os recortes, fizeram experimentações, trocaram idéias, surgiram diversas sugestões, como por exemplo, afasta mais(da luz); aproxima um pouco; dá uma enclinadinha; afasta uma(figura) e aproxima a outra; enfim surgiram várias combinações possíveis para obter sombras cujas projeções fossem as desejadas.
Li o artigo "AS ATIVIDADES DE CONHECIMENTO FÍSICO:UM EXEMPLO RELATIVO À SOMBRA", de Maria Elisa resende Gonçalves e Anna Maria Pessoa de Carvalho, e conforme Piaget "... Criança aproximadamente 8 anos unem à previsão correta da orientação da sombra uma explicação análoga à das etapas anteriores. Apesar de explicarem que a sombra é produzida pela falta de luz, persiste o substancialismo, na medida em que a sombra continua a ser concebida como uma emanação, que foge da presença da luz e, por isso, é obrigada a se orientar do lado oposto à fonte luminosa. Uma quarta categoria inclui crianças de aproximadamente 9 anos, que fazem previsões e explicações corretas. Elas negam a possibilidade de os objetos terem sombra à noite, na ausência de luz. A sombra não é mais concebida como uma substância perseguida pela luz, mas ela se toma simplesmente sinônimo de ausência de luz."
Quando li este artigo, prontamente relacionei parte do conteúdo dele com as hipóteses que os alunos criaram, pois algun estão na faixa etária de 9 anos e na opinião deles a sombra é a ausência de luz.
E conforme Feher e Rice, ainda desse mesmo artigo, "Uma idéia muito freqüente encontrada é a de que a sombra pertence ao objeto. Os alunos falam sua , nossa sombra ou sombra dele , sempre em termos possessivos. Não há nada de errado em se referir à sombra dos objetos, dizendo: sombra da árvore, sombra da casa, etc. O que os estudos sobre a noção de sombra nos mostram é que esta forma de expressão traduz em certos casos, a idéia de que a sombra pertence ao objeto, e sua formação só dele depende."
Quando li nesse artigo que, a hipótese da criança de que a sombra é sempre o reflexo ou o retrato do objeto, daí então que tive o entendimento do porquê das figuras diferentes das sombras, ou seja, por que solicitar que os alunos produzissem sombras diferentes das figuras.

23 maio, 2008

1ª Aula presencial de Matemática

Nossa primeira atividade, em grupo, foi referente ao primeiro encontro, formamos grupos e depois manipulamos os objetos. A primeira etapa foi com a caixa surpresa, onde cada integrante, um de cada vez, coloca a mão e pega um objeto. Sem tirar o objeto da caixa, a pessoa deve descrever as características do mesmo, analisando através do tato.
A segunda etapa foi com o Pif Maia, jogo de cartas que representa o Sistema de Numeração Maia. Foi muito interessante a manipulação desse material, pois tivemos uma experiência de como devem sentir-se os alunos no primeiro contato com o Sistema de Numeração Decimal, pois pra eles isso é tão obstrato quanto foi pra nós, no primeiro momento, o contato com esse Sistema de Numeração de um outro povo.

Efeito Estufa e Aquecimento Global

O vídeo "Balance" nos mostra duas situações, a primeira nos revela o quanto as atitudes, centradas no grupo, podem trazer benefícios a todos. A segunda deixa claro que, atitudes individuais; onde cada um pensa em si, todos são prejudicados de uma forma ou de outra.
No vídeo, enquanto os seres daquele planeta estavam trabalhando de forma conjunta havia o equilíbrio, e todos eram beneficiados, no momento que um indivíduo decidiu tirar proveito em benefício próprio, aconteceu o desequilibrio do sistema, e todos foram prejudicados.
O nosso planeta esta cada vez mais caminhando nesta mesma direção, e o efeito estufa é uma consequência presente da falta de harmonia entre os seres que vivem nesse planeta, cujo principal responsável é o ser humano.
A folha Online- Ciências trás uma reportagem muito interessante sobre este assunto:
Veja alguns vídeos de reportagens sobre a afeiro estufa:

15 maio, 2008

Linha do Tempo

Finalmente consegui fazer parte da minha linha do tempo no Xtimeline, demorou, pois este recurso colaborativo apresenta algumas ferramentas que desconheço. Depois de familiarizar-se com as ferramentas, não foi tão dificíl, pois este recurso de criação das timelines apenas requer a inserção de eventos e datas. A minha linha ainda não está concluída, pois, organizar todo o material(fotos, registros, etc) requer tempo e paciência, então vou fazendo aos poucos, além do mais, espero que a minha do tempo tenha muitos e muitos eventos significativos. Achei muito interessante trabalhar com essa diferente mídia, pois nela as linhas dos tempo podem ser classificadas em categorias como história, ciências, esporte, cultura, biografias e outras. O autor da linha define se seu trabalho será público ou restrito a grupos de amigos, pode permitir ou não, que outros usuários completem as informações colocadas. Fiquei muito satisfeita, pois é mais um conhecimento que adquiri e que posso usá-lo no processo de ensino e aprendizagem dos alunos. Bom pessoal, minha linha do tempo não tem tantos eventos quanto a da Jennifer Lopez, mas vou adorar sua visita. http://www.xtimeline.com/timeline/Fatos-de-minha-vida

17 abril, 2008

Aula presencial de Estudos Sociais- 26/03/08

Quantas recordações vieram a tona no dia da 1ª aula presencial de Estudos Sociais, quantas memórias foram socializadas com colegas. Houve momentos de fortes emoções, principalmente quando o colega Glauber reencontrou sua antiga professora, que casualmente estava no Pólo para substituir a professora Rosane Aragon, que tinha passado por uma cirurgia que a impossibilitava de falar, isso foi uma prova que as coisas não acontecem por acaso... Recordamos a disciplina de Estudos Sociais em nossa tragetória de estudantes e da prática docente. Trocamos relatos com colegas, cada qual com suas experiências, algumas significativas, outras nem tanto. Conversamos sobre a maneira tradicional e superficial que era trabalhada essa disciplina na época que éramos estudantes e concluímos que alguns colegas de escola ainda trabalham dessa forma. Foi muito importante esse momento, pois trocamos experiências e discutimos sobre as dificuldades que encontramos ao trabalhar essa disciplina.

31 março, 2008

ANÁLISE DO PORTFÓLIO

Selecionei o Planejamento de Teatro, para a apresentação do Portfólio 2007,pois este trabalho foi responsável por uma aprendizagem muito satisfatória na minha prática profissional e pessoal. Durante a prática deste planejamento houve muitas trocas de conhecimentos,entre o professor e o aluno, e esta troca de experiências e a partilha de saberes consolidaram espaços de formação mútua. Além disso, os alunos também foram beneficiados com um grande crescimento, em termos de autonomia e disciplina. As semelhanças que percebi entre as apresentações foram os progressos no uso da ferramenta Power Point, que a grande maioria já domina com facilidade, pois quase todos fizeram apresentações em slides. A ansiedade e a escolha das atividades de Artes Visuais e Teatro, também foi algo em comum no grupo que apresentei. Percebi que a maioria dos colegas tiveram avanços significativo no que diz respeito a domínio de conteúdo, pois as apresentações, depois da ansiedade inicial, fluiram com muita naturalidade. Quanto a minha apresentação posso registrar que foi satisfatória, pois consegui sintetizar toda uma tragetória de aprendizagem dentro do tempo previsto.

30 janeiro, 2008

Minha apresentação

From: gueste2dceb, 4 minutes ago SlideShare Link

Avaliação Presencial

Dia 07/01/2008 Finalmente chegou o dia da avaliação presencial, ou seja, apresentação de uma prática eleita como a mais expressiva no que diz respeito a aprendizagem, tanto para o aluno como para o professor. Todos estavam ansiosos, porém no decorrer das apresentações a ansiedade deu lugar para o comprometimento, responsabildade e o profissionalismo de cada um dos integrantes do grupo. Como foi importante esse momento, pois presenciamos o crescimento de cada colega durante este semestre. Veja as fotos do grupo avaliado pela proª Beatriz e pela tutura Rosaura: "É fazendo que se aprende a fazer aquilo que se deve aprender a fazer." (Aristóteles)

08 dezembro, 2007

O 'Passo'

Coloquei em prática a atividade de música, referente a Histórias da Música Popular Brasileira, com os alunos da 4ª série,turma 43, turno tarde. Iniciamos a atividade no dia 26 de novembro, segunda-feira, e concluímos no dia 30 do mesmo mês, sexta-feira. Foram 4 dias de prática, sendo que no dia 27, terça-feira, demos uma pausa, pois tínhamos uma atividade de avaliação de outra disciplina para desenvolver. A primeira etapa da prática foi dedicada a leitura e interpretação, da história do compositor Assis Valente, cuja escolha foi baseada a partir de sua composição, a canção Boas Festas, que coincidentemente é a mesma que os alunos irão cantar na apresentação de final de ano na escola. Após o trabalho de interpretação, apresentei a canção Boas Festas e fizemos debate sobre músicas que são interpretadas de formas variadas e também por intérpretes diferentes. No dia seguinte iniciamos o 'Passo', método de Educação Musical criado pelo professor Lucas Ciavatta e desenvolvido pela professora da interdisciplina de música, do PEAD, Cristina Bertoni dos Santos, na aula presencial. A base do trabalho do 'Passo' é a pulsação, um ritmo que podemos observar em nosso corpo. A partir daí, começamos a produzir sons com palmas, pés e sons vocálicos. Para finalizar esta prática, relacionamos os recursos do método 'Passo', com a canção Boas Festas. Primeiro identificamos na canção a pulsação, depois associamos essa pulsação com o movimento corporal e também com os sons emitidos através das palmas e pés. Essa atividade não tem apenas uma finalidade, ela tráz inúmeras possibilidades, não apenas para o ritmo e os sons, mas para a rítmica com um todo e para uma real aproximação com o universo sonoro. Através dessa prática podemos elaborar outras atividades criando outras formas de explorar sons, ritmos, enfim o universo sonoro que muitas vezes passa despercebidos pela nossa audição, mas que pode ser detectado através de outros órgãos do sentido. E cabe a nós educadores desenvolver o desejo do educando para descobrir esse universo.


 

02 dezembro, 2007

Fazendo Arte

No dia 12 de novembro levei meus alunos a 6ª Bienal do Mercosul, foi uma visita muito significativa, pois por intermédio do mediador os alunos, e eu, aprendemos muito sobre determinadas obras e seus respectivos artistas. Como já havia feito o roteiro do MARGS e do Santander Cultural, o roteiro do Cais do Porto foi mais tranqüilo, pois já havia percebido nos demais roteiros que as obras dessa Bienal transcendem o campo da visualidade, ou seja, nem tudo que vemos têm o significado que pensamos. É como o Projeto Pedagógico da 6ª Bienal enfatiza"...a obra de arte como catalizadora de pensamento crítico", e também"...que uma obra de arte, sobre tudo contemporânea, representa um potencial de comunicação entre o artista e o público. Ao focalizar-nos nesta intençaõ de comunicação, o encontro com uma obra de arte pode converter-se em um processo mais rico, mais dermocrático e mais sugestivo para o desenvolvimento do pensamento de cada pessoa". No primeiro momento, da visitação, os alunos ficaram sem entender nada, porém conforme o mediador explicava eu percebia o brilho nos olhos deles, brilho de curiosidade, brilho de querer saber mais. Então eles começaram a se soltar, fazendo perguntas, como se fossem entendidos no assunto. Fiquei muito orgulhosa, pela postura durante a visita, inclusive o mediador ficou impressionado com o comportamento e a forma como eles interagiam, hora com perguntas, hora com observações criticas, como se fossem profissionais. Após a visitação conversamos sobre as obras e o que eles pensavam sobre o significado de cada obra, a partir da compreenção deles relacionadas com as explicaçções dos mediadores. Foi muito importante esse momento de troca de idéias, pois os alunos tiveram oportunidade de vivênciar diferentes interpretações, as suas e de seus colegas. Acredito que essa experiência, visitação, proporcionou uma transformação no modo de pensar dos alunos, principalmente no que diz respeito a obras de arte. Os alunos fizeram um trabalho muito bonito, a partir da obra de arte da artista Magdalena Atria, que utiliza massinha de modelar, para moldar grandes pinturas. A proposta era que cada um fizesse sua obra livre, porém usando o mesmo material, massinha de modelar. O resultado foi surpreendente! Vejam:

27 novembro, 2007

Me conta uma história

No dia 19 de novembro tivemos um encontro maravilhoso, um momento para contarmos histórias. A principio todos ficaram intimidados, com essa nova experiência, pois estamos habituados a contar histórias para nossos alunos; infelizmente nem todos, e o fato de nos colocar diante de uma platéia crítica, nos deixa um tanto inseguros. Porém os resultados foram surpreendentes, mesmo aqueles grupos que não tiveram tempo para ensaiar, tiveram uma atuação fantástica, eu particularmente nem piscava no momento que as histórias eram narradas por minhas colegas. Em 2002, quando eu ainda estava fazendo o magistério, eu li na revista Família Cristã, uma afirmação de uma especialista em Literatura Infantil e também contadora profissional de histórias, que "...contar histórias faz bem para gente grande, é uma oportunidade para que os adultos resgatem emoções de sua infância, liberando um pouco do estresse e das pressões da vida moderna". Concordo plenamente com essa afirmação, pois no momento das narrativas temos a impressão que penetramos na história, em fim, em outro mundo. Já, o contador da história entra no nosso interior(crianças e adultos), levando-nos um presente mágico e abençoado. A aprendizagem que tive desse momento é de que os adultos que são incapazes de contar histórias são aqueles que temem entrar em contato com sentimentos abafados na infância ou que não querem perder sua imagem de autoridade. Parabéns a todos meus colegas pela apresentação prazeroza, com certeza eles tiveram uma bela infância, recheadas de "Era uma vez...." Esta foto é do meu grupo, minha afilhada esta´narrando e eu sou o papagaio. Algumas fotos dos outros grupos: Mais uma vez, PARABÉNS COLEGAS!!!

Aprendendo a aprender

O bloco de literatura infanto juvenil, sobre poesias, foi um intermediário para uma nova aprendizagem. Nunca dei muita importância para a poesia, sempre trabalhei com textos diversificados, porém, a poesia recebia o menor destaque, ela recebia uma brechinha bem insignificante na leitura; interpretação e produção textual. Assim como a Fanny Abramovich destaca no capítulo 5 do livro "Literatura infantil: gostosuras e bobices", tem pessoas que acham que a poesia tem que ser moralista; falar de costumes edificantes; tem que ser pequenininha; bobinha; que deve tratar de temas patrióticos; cívicos e outros tantos "tem que" e "deve que". Eu achava que as poesias tinham que ter rima; melodia; tinham que transmitir uma mensagem, enfim vários critério que tornavam essa produção textual uma atividade "chata", muito formal. O gosto pela poesia se deu a partir do momento em que comecei fazer pesquisas sobre poesias e compartilha-las com meus alunos, então fui percebendo o quando essa forma de linguagem exerce um facínio sobre a grande maioria deles. E a partir desse entusiasmo começamos a criar poesias, o mais gostoso é que a iniciativa partiu deles, sairam poesias maravilhosas, vejam só alguns trabalhos que os alunos fizeram: Essa produção maravilhosa que uma aluna criou, ainda teve como complemento um desenho, vejam só: Olhem só que linda essa poesia sobre Porto Alegre: Tem uma frase que a professora Suyan disse que pra mim foi de grande importância "Fazer poesia é poetizar". Com essa frase ela quiz dizer que uma poesia não precisa, necessariamente, ter rimas; seqüência de estrofe e versos; nem mesmo um ritmo(foi o que eu entendi), é simplesmente brincar com as palavras. Como disse, o poeta José Paulo Paes, em um poema: Poesia É brincar com as palavras Como se brinca Com bola, papagaio, pião

18 novembro, 2007

Relato de Experiência

No Blog "Relato de Experiência" selecionei o relato de Mafalda Canarin da Silva e Elisabete Regis, sobre o Projeto de Alfabetização de adultos: Do lápis ao computador, que teve início em 07/06/2005. Endereço do projeto: http://geocities.yahoo.com.br/ntecriciuma/index.htm O motivo pelo qual fiz esta escolha foi o grande interesse que sempre tive pela alfabetização de jovens e adultos, porém ao analizar o projeto percebi que esse trabalho vai muito mais além do que ensinar a ler, escrever e fazer contas. Esse projeto surgiu de uma conscientização do NTE(Núcleo de Tecnologia Educacional) e do CEJA(Centro de Educação de Jovens e Adultos) de que, ser cidadão no século XXI exige outros conhecimentos entre eles saber lidar com situações problemas do cotidiano. Este projeto piloto se desenvolveu no Núcleo de Tecnologia Educacional de Criciúma/SC e teve a duração de dois meses. O NTE propôs uma parceria com o CEJA, para trabalhar com alunos alfabetizados, por meio de um projeto piloto. A clientela para este projeto são os estudantes do Curso de Alfabetização para adultos do CEJA. Em parceria com a profª Tânia, colaboradora deste projeto e professora do CEJA, foram feitas vária sugestões aos alunos participantes, como por exemplo, fazer página pessoal em html, escolher um site que fosse de comum acordo entre todos, fazer chat só de palavras, etc. Os trabalhos realizados pelos alunos foram registrados e publicados na web. Mafalda C. da Silva e Elisabete Regis relatam que este foi um projeto muito aldacioso e que foi preciso muita coragem para enfrentá-lo, mas estão colhendo os primeiros frutos.

16 novembro, 2007

visita a Bienal

A visita a Bienal, no dia 11 de novembro, com o roteiro do MARGS e Santander Cultural, foi maravilhoso, pois foi uma visita que nos proporcionou umagrande aquisição de conhecimentos. E como foi importante, para nós leigos, a orientação do mediador, sem ele algumas obras não teriam nenhum fundamento. Foi muito bom compartilhar desse momento cultural com os colegas, tutores e professores. Nesta foto aparece a tutora Rosaura, um grande ser humano, que sempre esteve pronta para me auxiliar no que fosse preciso, além dela estão duas colegas, a Maria Inês e Andréia que foram muito importante no início da minha caminhada no PEAD, ao lado do professor Bento, de artes visuais, está a Marion, uma colega muito querida. Espero que tenhamos outros momentos como este, onde possamos aprender com prazer.

13 novembro, 2007

Cinderela

Dia 18 de outubro fui com meus alunos ao teatro Novo-DC, assistir a peça Cinderela. Apesar de ser uma releitura da tradicional Cinderela, a história encantou meus alunos, o que para mim foi uma grande satisfação, pois nesse mundo de tantas informações e novidades, saber que as crianças ainda se encantam com a magia dos contos de fadas é um grande incentivo para nós educadores. Aproveitando esse momento cultural, o projeto da interdisciplina de Teatro e a atividade de narrativa da interdisciplina de Literatura, elaborei um trabalho de produção textual, atividade em que cada aluno deveria confeccionar um livrinho com a sua releitura da história Cinderela. Ficou muito lindo o trabalho e eu não podia deixar de fazer esse registro com fotos, mostrando o orgulho deles pelo trabalho realizado (não foi possível fotografar todos).