23 janeiro, 2014

Segunda Pós Graduação


Curso de Especialização em Mídias na Educação - Edição 3 


CINTED/UFRGS


16 junho, 2012

Pós Graduação



        Hoje faz um ano e onze meses que não atualizo meu Blog, minha última postagem foi um vídeo sobre conhecimento.
       Hoje farei uma pequena postagem sobre minha nova trajetória, um curso CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA, com ênfase na docência e na tutoria em EAD.
       Curso este que tem como objetivo geral capacitar recursos humanos para atuarem em cursos a distância, tanto na Educação Básica, na modalidade de Educação de Jovens e Adultos (EJA) como na Educação Superior.
       Unidades responsáveis pelo curso: PUCRS VIRTUAL, Faculdade de Educação e Faculdade de Informática .
       Coordenadora do curso: Profª Dra. Elaine Turk Faria
       Carga horária: 360 horas, mais trabalho de conclusão.
       Tipo: Especialização Lato Sensu .
        Espero que ao final deste curso eu esteja apta a atuar nas equipes de EAD, para isso estou seguindo as orientações necessárias, como, navegar pelo ambiente do curso; acessar os materiais disponíveis em cada tópico; interagir com colegas e professores; realizar as tarefas solicitadas. Além disso, é claro, busco fora do ambiente do curso conhecimentos da área ou que estejam interligados de alguma forma.

11 dezembro, 2010

Final de PEAD

Iniciei este curso, PEAD/UFRGS, em 2006, deste então venho utilizando o Blog como um diário de minha trajetória.

No início foi complicado, pois eu não tinha nenhum conhecimento desta ferramenta, mas pela proposta deste curso à distância eu tinha a nítida impressão que a minha relação com a tecnologia iria ser boa, não digo harmoniosa, pois, de vez em quando eu tinha vontade de mandar tudo pelos ares, mas uma relação de muita aprendizagem.
A cada postagem era um novo elemento inserido ao Blog, uma foto, um vídeo, um hipertexto, entre outros.
Era tarefa obrigatória do Seminário Integrador, alimentar constantemente este espaço, com postagens reflexivas relevantes acerca das interdisciplinas do curso.
“Postagens densas, profundas, relatos de práticas com detalhes e argumentos no sentido dos resultados e da escolha das estratégias, considerações acerca de mudanças na vida pessoal e profissional; posicionamentos inovadores e firme postura de crescer e aprender...” eram as orientações quase que exaustiva de nossas queridas e competentes professoras, Iris e Bea, durante todos estes quatro anos e meio de PEAD.
Foi muito significativo aprender sobre esta ferramenta, o Blog, mas a aprendizagem tecnológica que adquiri ao longo deste curso foi muito importante, tanto na minha vida pessoal; se comunicar com amigos pelo e-mail; facebook; orkut; MSN, quanto na profissional; wiki e blog dos alunos; power pont, entre outros. Aprendi orientar os alunos com mais precisão, quanto ao uso de alguns recursos do computador, e também ser mais flexível para aceitar orientação dele acerca de alguma ferramenta do computador. Pois eles sabem muito mais do a gente imagina...
Quanto a minha aprendizagem profissional, quem mais saiu ganhando foram meus alunos, pois minhas aulas nunca mais foram as mesmas, seja com o uso dos recursos tecnológicos ou não.
E as postagens do Blog são testemunhos desse crescimento, pois nele faço menção de parte desta trajetória, digo parte, pois nem sempre consegui manter minhas postagens em dia.
Deixo nesta postagem o registro de agradecimento a todos que passaram pela minha vida e que contribuíram de alguma forma para que eu chegasse ao final dessa jornada, que contribuíram para o meu crescimento pessoal e profissional.

30 novembro, 2010

Eixo VIII

"Nada do que foi será de novo do jeito que já foi um dia."

Lulu Santos / Nelson Motta



Esta foi a frase de abertura do pbworks do Seminário integrador VIII, do PEAD/UFRGS, frase que resume em poucas palavras as expectativas de todos nós, alunos e professores. Que, na reta final de um curso repleto de aprendizagens é chegado o momento de por em prática o que aprendemos, é o estágio e suas vinculações com o aprendizado no curso.
Neste semestre desenvolvemos o Estágio Curricular Supervisionado, momento culminante do curso, com uma proposta inovadora de colocarmos em prática as arquiteturas pedagógicas.
E não podia ser diferente, pois este é um curso a distância, o primeiro curso participante do Programa de Formação Inicial para Professores em Exercício no Ensino Fundamental e no Ensino Médio. Curso que nos proporcionou o uso de diferentes tecnologias, computador; internet; máquina digital; vídeo; blogs, wikis, etc.
O diferencial do Projeto de Estágio foi a inclusão da Arquitetura Pedagógica, almejando a busca de alternativas diferentes para solucionar problemas e facilitar o incremento da criatividade docente.

Eixo VII

NARRATIVAS

No módulo 3 da interdisciplina de Linguagem e educação, nos foi solicitado uma análise de uma narrativa gravada ou transcrita, de uma criança ou um adulto em fase inicial de escolarização. Realizei esta atividade com meu sobrinho de 4 anos de idade, apesar da narrativa ser uma ficção, em alguns momentos ela se misturava com a realidade.

Durante este eixo, esta atividade foi muito significativa em termos de aprendizagem, pois nos proporcionou uma visão diferente das narrativas das crianças. Nos fez verificar que para as crianças é comum “misturar” ficção e experiências vividas e que este recurso deve ser encarado como um dos elementos importantes para o desenvolvimento cognitivo e afetivo dos pequenos.
Para minha prática pedagógica esta experiência foi muito válida, pois a partir de então comecei a analisar de forma diferente as narrativas dos alunos e refletir sobre as intervenções necessárias, como por exemplo, o “jogo de contar”, situação de aprendizagem que envolve um diálogo entre o narrador (aluno) e o interlocutor (professor).
A narrativa infantil é um evento de grande riqueza de informações, pois é uma forma de expressar os sentimentos elaborados por eles, basta que nós educadores tenhamos a competência para realizar esta análise.
"A criança brinca com sua realidade, extravasando-a para experimentar outros papéis e situações", diz Gilka Girardello, professora do Centro de Educação da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

21 novembro, 2010

LIBRAS


No eixo VII, tivemos a interdisciplina Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS, e tivemos oportunidade de conhecer algumas características das comunidades surdas. Comunidades que possuem cultura própria, que abrange e língua; as idéias; as crenças; os costumes e os hábitos, fatos que muitas pessoas ainda ignoram.

Foi muito significativo ter acesso a algumas informações sobre esta comunidade, que muitas pessoas ainda atribuem denominações inadequadas, como deficiente auditivo, surdo ou surdo mudo. Para esta comunidade, o fato de uma pessoa ser surda não significa que ela seja muda. Para eles o deficiente auditivo não participa de Associação e não sabe LIBRAS, e que é na posse desta língua que o sujeito surdo constrói a identidade surda, já que ele não é sujeito ouvinte.
Aprendemos algumas técnicas para estabelecer uma boa comunicação com uma pessoa surda, mesmo sem ter conhecimento da Língua Brasileira de Sinais, como por exemplo, conversar com o surdo olhando em seus olhos, chamar sua atenção através de um leve toque no ombro ou no braço dela, entre outras.
Em fim, aprendemos a respeitar e valorizar uma cultura de uma comunidade que possui sua linguagem própria, seus valores, regras de comportamento e tradições.
Como educadores temos que se apropriar de conhecimentos que nos auxiliem a entender os educandos que recebemos, seja ele de qualquer cultura, raça, gênero e credo. E principalmente fomentar atitudes de não-discriminação entre os alunos.

Seminário Integrador VII

Na aula presencial do Seminário Integrador do Eixo VII, do PEAD, fomos desafiados a investigar algumas situações, como por exemplo, a partir de alguns elementos de um lixo inorgânico, teríamos que descobrir o sujeito que o gerou. Ou, a partir de uma planta de uma casa, teríamos que cogitar a quantidade possível de moradores, e mais, a partir de uma determinada quantidade em dinheiro teríamos que mobiliar esta casa. Em fim, foram duas propostas que nos desafiaram a criar hipóteses, buscar evidências e argumentar.

Baseados em nossas evidências e nas experiências, elaboramos algumas teorias, as nossas concepções ingênuas, em fim tentamos estruturar o que estava a nossa disposição, seja o lixo ou a planta da casa.
Para confrontar nossas idéias ingênuas participamos do fórum, onde nossas concepções foram discutidas e com a leitura de alguns textos disponibilizados, nossas idéias foram desequilibradas (no sentido piagetiano). Sendo assim, passamos a duvidar de nossas idéias pré-concebidas abrindo espaço para a escuta real e para uma nova reconstrução.
Concluindo, tivemos a oportunidade de aprender como ensinar a valorizar os conhecimentos prévios dos alunos para dar andamento a uma possível mudança conceitual.