SUELI
16 Julho, 2011
11 Dezembro, 2010
Final de PEAD
Iniciei este curso, PEAD/UFRGS, em 2006, deste então venho utilizando o Blog como um diário de minha trajetória.
No início foi complicado, pois eu não tinha nenhum conhecimento desta ferramenta, mas pela proposta deste curso à distância eu tinha a nítida impressão que a minha relação com a tecnologia iria ser boa, não digo harmoniosa, pois, de vez em quando eu tinha vontade de mandar tudo pelos ares, mas uma relação de muita aprendizagem.
A cada postagem era um novo elemento inserido ao Blog, uma foto, um vídeo, um hipertexto, entre outros.
Era tarefa obrigatória do Seminário Integrador, alimentar constantemente este espaço, com postagens reflexivas relevantes acerca das interdisciplinas do curso.
“Postagens densas, profundas, relatos de práticas com detalhes e argumentos no sentido dos resultados e da escolha das estratégias, considerações acerca de mudanças na vida pessoal e profissional; posicionamentos inovadores e firme postura de crescer e aprender...” eram as orientações quase que exaustiva de nossas queridas e competentes professoras, Iris e Bea, durante todos estes quatro anos e meio de PEAD.
Foi muito significativo aprender sobre esta ferramenta, o Blog, mas a aprendizagem tecnológica que adquiri ao longo deste curso foi muito importante, tanto na minha vida pessoal; se comunicar com amigos pelo e-mail; facebook; orkut; MSN, quanto na profissional; wiki e blog dos alunos; power pont, entre outros. Aprendi orientar os alunos com mais precisão, quanto ao uso de alguns recursos do computador, e também ser mais flexível para aceitar orientação dele acerca de alguma ferramenta do computador. Pois eles sabem muito mais do a gente imagina...
Quanto a minha aprendizagem profissional, quem mais saiu ganhando foram meus alunos, pois minhas aulas nunca mais foram as mesmas, seja com o uso dos recursos tecnológicos ou não.
E as postagens do Blog são testemunhos desse crescimento, pois nele faço menção de parte desta trajetória, digo parte, pois nem sempre consegui manter minhas postagens em dia.
Deixo nesta postagem o registro de agradecimento a todos que passaram pela minha vida e que contribuíram de alguma forma para que eu chegasse ao final dessa jornada, que contribuíram para o meu crescimento pessoal e profissional.
No início foi complicado, pois eu não tinha nenhum conhecimento desta ferramenta, mas pela proposta deste curso à distância eu tinha a nítida impressão que a minha relação com a tecnologia iria ser boa, não digo harmoniosa, pois, de vez em quando eu tinha vontade de mandar tudo pelos ares, mas uma relação de muita aprendizagem.
A cada postagem era um novo elemento inserido ao Blog, uma foto, um vídeo, um hipertexto, entre outros.
Era tarefa obrigatória do Seminário Integrador, alimentar constantemente este espaço, com postagens reflexivas relevantes acerca das interdisciplinas do curso.
“Postagens densas, profundas, relatos de práticas com detalhes e argumentos no sentido dos resultados e da escolha das estratégias, considerações acerca de mudanças na vida pessoal e profissional; posicionamentos inovadores e firme postura de crescer e aprender...” eram as orientações quase que exaustiva de nossas queridas e competentes professoras, Iris e Bea, durante todos estes quatro anos e meio de PEAD.
Foi muito significativo aprender sobre esta ferramenta, o Blog, mas a aprendizagem tecnológica que adquiri ao longo deste curso foi muito importante, tanto na minha vida pessoal; se comunicar com amigos pelo e-mail; facebook; orkut; MSN, quanto na profissional; wiki e blog dos alunos; power pont, entre outros. Aprendi orientar os alunos com mais precisão, quanto ao uso de alguns recursos do computador, e também ser mais flexível para aceitar orientação dele acerca de alguma ferramenta do computador. Pois eles sabem muito mais do a gente imagina...
Quanto a minha aprendizagem profissional, quem mais saiu ganhando foram meus alunos, pois minhas aulas nunca mais foram as mesmas, seja com o uso dos recursos tecnológicos ou não.
E as postagens do Blog são testemunhos desse crescimento, pois nele faço menção de parte desta trajetória, digo parte, pois nem sempre consegui manter minhas postagens em dia.
Deixo nesta postagem o registro de agradecimento a todos que passaram pela minha vida e que contribuíram de alguma forma para que eu chegasse ao final dessa jornada, que contribuíram para o meu crescimento pessoal e profissional.
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SEMINÁRIO INTEGRADOR IX
30 Novembro, 2010
Eixo VIII
"Nada do que foi será de novo do jeito que já foi um dia."
Lulu Santos / Nelson Motta
Esta foi a frase de abertura do pbworks do Seminário integrador VIII, do PEAD/UFRGS, frase que resume em poucas palavras as expectativas de todos nós, alunos e professores. Que, na reta final de um curso repleto de aprendizagens é chegado o momento de por em prática o que aprendemos, é o estágio e suas vinculações com o aprendizado no curso.
Neste semestre desenvolvemos o Estágio Curricular Supervisionado, momento culminante do curso, com uma proposta inovadora de colocarmos em prática as arquiteturas pedagógicas.
E não podia ser diferente, pois este é um curso a distância, o primeiro curso participante do Programa de Formação Inicial para Professores em Exercício no Ensino Fundamental e no Ensino Médio. Curso que nos proporcionou o uso de diferentes tecnologias, computador; internet; máquina digital; vídeo; blogs, wikis, etc.
O diferencial do Projeto de Estágio foi a inclusão da Arquitetura Pedagógica, almejando a busca de alternativas diferentes para solucionar problemas e facilitar o incremento da criatividade docente.
Lulu Santos / Nelson Motta
Esta foi a frase de abertura do pbworks do Seminário integrador VIII, do PEAD/UFRGS, frase que resume em poucas palavras as expectativas de todos nós, alunos e professores. Que, na reta final de um curso repleto de aprendizagens é chegado o momento de por em prática o que aprendemos, é o estágio e suas vinculações com o aprendizado no curso.
Neste semestre desenvolvemos o Estágio Curricular Supervisionado, momento culminante do curso, com uma proposta inovadora de colocarmos em prática as arquiteturas pedagógicas.
E não podia ser diferente, pois este é um curso a distância, o primeiro curso participante do Programa de Formação Inicial para Professores em Exercício no Ensino Fundamental e no Ensino Médio. Curso que nos proporcionou o uso de diferentes tecnologias, computador; internet; máquina digital; vídeo; blogs, wikis, etc.
O diferencial do Projeto de Estágio foi a inclusão da Arquitetura Pedagógica, almejando a busca de alternativas diferentes para solucionar problemas e facilitar o incremento da criatividade docente.
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SEMINÁRIO INTEGRADOR IX
Eixo VII
NARRATIVAS
No módulo 3 da interdisciplina de Linguagem e educação, nos foi solicitado uma análise de uma narrativa gravada ou transcrita, de uma criança ou um adulto em fase inicial de escolarização. Realizei esta atividade com meu sobrinho de 4 anos de idade, apesar da narrativa ser uma ficção, em alguns momentos ela se misturava com a realidade.
Durante este eixo, esta atividade foi muito significativa em termos de aprendizagem, pois nos proporcionou uma visão diferente das narrativas das crianças. Nos fez verificar que para as crianças é comum “misturar” ficção e experiências vividas e que este recurso deve ser encarado como um dos elementos importantes para o desenvolvimento cognitivo e afetivo dos pequenos.
Para minha prática pedagógica esta experiência foi muito válida, pois a partir de então comecei a analisar de forma diferente as narrativas dos alunos e refletir sobre as intervenções necessárias, como por exemplo, o “jogo de contar”, situação de aprendizagem que envolve um diálogo entre o narrador (aluno) e o interlocutor (professor).
A narrativa infantil é um evento de grande riqueza de informações, pois é uma forma de expressar os sentimentos elaborados por eles, basta que nós educadores tenhamos a competência para realizar esta análise.
"A criança brinca com sua realidade, extravasando-a para experimentar outros papéis e situações", diz Gilka Girardello, professora do Centro de Educação da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).
No módulo 3 da interdisciplina de Linguagem e educação, nos foi solicitado uma análise de uma narrativa gravada ou transcrita, de uma criança ou um adulto em fase inicial de escolarização. Realizei esta atividade com meu sobrinho de 4 anos de idade, apesar da narrativa ser uma ficção, em alguns momentos ela se misturava com a realidade.
Durante este eixo, esta atividade foi muito significativa em termos de aprendizagem, pois nos proporcionou uma visão diferente das narrativas das crianças. Nos fez verificar que para as crianças é comum “misturar” ficção e experiências vividas e que este recurso deve ser encarado como um dos elementos importantes para o desenvolvimento cognitivo e afetivo dos pequenos.
Para minha prática pedagógica esta experiência foi muito válida, pois a partir de então comecei a analisar de forma diferente as narrativas dos alunos e refletir sobre as intervenções necessárias, como por exemplo, o “jogo de contar”, situação de aprendizagem que envolve um diálogo entre o narrador (aluno) e o interlocutor (professor).
A narrativa infantil é um evento de grande riqueza de informações, pois é uma forma de expressar os sentimentos elaborados por eles, basta que nós educadores tenhamos a competência para realizar esta análise.
"A criança brinca com sua realidade, extravasando-a para experimentar outros papéis e situações", diz Gilka Girardello, professora do Centro de Educação da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).
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SEMINÁRIO INTEGRADOR IX
21 Novembro, 2010
LIBRAS
No eixo VII, tivemos a interdisciplina Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS, e tivemos oportunidade de conhecer algumas características das comunidades surdas. Comunidades que possuem cultura própria, que abrange e língua; as idéias; as crenças; os costumes e os hábitos, fatos que muitas pessoas ainda ignoram.
Foi muito significativo ter acesso a algumas informações sobre esta comunidade, que muitas pessoas ainda atribuem denominações inadequadas, como deficiente auditivo, surdo ou surdo mudo. Para esta comunidade, o fato de uma pessoa ser surda não significa que ela seja muda. Para eles o deficiente auditivo não participa de Associação e não sabe LIBRAS, e que é na posse desta língua que o sujeito surdo constrói a identidade surda, já que ele não é sujeito ouvinte.
Aprendemos algumas técnicas para estabelecer uma boa comunicação com uma pessoa surda, mesmo sem ter conhecimento da Língua Brasileira de Sinais, como por exemplo, conversar com o surdo olhando em seus olhos, chamar sua atenção através de um leve toque no ombro ou no braço dela, entre outras.
Em fim, aprendemos a respeitar e valorizar uma cultura de uma comunidade que possui sua linguagem própria, seus valores, regras de comportamento e tradições.
Como educadores temos que se apropriar de conhecimentos que nos auxiliem a entender os educandos que recebemos, seja ele de qualquer cultura, raça, gênero e credo. E principalmente fomentar atitudes de não-discriminação entre os alunos.
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SEMINÁRIO INTEGRADOR IX
Seminário Integrador VII
Na aula presencial do Seminário Integrador do Eixo VII, do PEAD, fomos desafiados a investigar algumas situações, como por exemplo, a partir de alguns elementos de um lixo inorgânico, teríamos que descobrir o sujeito que o gerou. Ou, a partir de uma planta de uma casa, teríamos que cogitar a quantidade possível de moradores, e mais, a partir de uma determinada quantidade em dinheiro teríamos que mobiliar esta casa. Em fim, foram duas propostas que nos desafiaram a criar hipóteses, buscar evidências e argumentar.
Baseados em nossas evidências e nas experiências, elaboramos algumas teorias, as nossas concepções ingênuas, em fim tentamos estruturar o que estava a nossa disposição, seja o lixo ou a planta da casa.
Para confrontar nossas idéias ingênuas participamos do fórum, onde nossas concepções foram discutidas e com a leitura de alguns textos disponibilizados, nossas idéias foram desequilibradas (no sentido piagetiano). Sendo assim, passamos a duvidar de nossas idéias pré-concebidas abrindo espaço para a escuta real e para uma nova reconstrução.
Concluindo, tivemos a oportunidade de aprender como ensinar a valorizar os conhecimentos prévios dos alunos para dar andamento a uma possível mudança conceitual.
Baseados em nossas evidências e nas experiências, elaboramos algumas teorias, as nossas concepções ingênuas, em fim tentamos estruturar o que estava a nossa disposição, seja o lixo ou a planta da casa.
Para confrontar nossas idéias ingênuas participamos do fórum, onde nossas concepções foram discutidas e com a leitura de alguns textos disponibilizados, nossas idéias foram desequilibradas (no sentido piagetiano). Sendo assim, passamos a duvidar de nossas idéias pré-concebidas abrindo espaço para a escuta real e para uma nova reconstrução.
Concluindo, tivemos a oportunidade de aprender como ensinar a valorizar os conhecimentos prévios dos alunos para dar andamento a uma possível mudança conceitual.
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SEMINÁRIO INTEGRADOR IX
08 Novembro, 2010
Eixo VI
Na interdisciplina de Educação de Pessoas com Necessidades Educacionais Especiais do VI Eixo do PEAD, fizemos uma breve análise histórica da educação especial. A LDBEN 1996 e a inclusão dos alunos com necessidades educacionais no ensino regular. Os avanços na legislação brasileira e as dificuldades estruturais no contexto do ensino no país. Conceitos e princípios pedagógicos da educação inclusiva: principais conceitos; a identificação do aluno com necessidades especiais; o processo de ensino-aprendizagem com alunos com necessidades especiais; as adaptações curriculares de pequeno e grande porte; avaliação, progressão e terminalidade escolar; a inserção no trabalho.
Numa das postagens do Blog, intitulada EDUCAÇÃO ESPECIAL , faço uma síntese do texto História, Deficiência e Educação Especial, de Arlete Aparecida Bertoldo Miranda, onde a autora relata a trajetória das pessoas portadoras de necessidades educacionais especiais, isto é, as conquistas alcançadas por estes sujeitos desde a antiguidade até a idade contemporânea.
Uma destas conquistas relatada, na idade contemporânea, é a valorização do homem, ele passa a ser o conteúdo central do questionamento desse período. Ele passa a ser pensado através das relações que mantém com outros homens na sociedade.
A reflexão primordial que fiz desta conquista foi a valorização da integração social, da inclusão de pessoas que até então eram esquecidas pela sociedade.
Nesta postagem fiz um relato de uma “inclusão” que se concretizou na turma que eu lecionava, inclusão de uma menina com limitações impostas pela deficiência visual.
Inclusão esta que, a meu ver, era uma solidariedade bem intencionada, porém com resultados negativos para o incluso. Pois, a escola não tinha recursos físicos e necessários para desenvolver as possibilidades de aprendizagens deste aluno.
É de conhecimento geral que casos similares ocorrem com freqüência em instituições educacionais regulares, porém como coloquei na postagem “[...] devemos repensar sobre a inclusão de portadores de necessidades especiais nestas instituições, isto é, os casos específicos, pois propiciar integração social de nada garante o desenvolvimento intelectual, o desenvolvimento das potencialidades desse indivíduo.”
Numa das postagens do Blog, intitulada EDUCAÇÃO ESPECIAL , faço uma síntese do texto História, Deficiência e Educação Especial, de Arlete Aparecida Bertoldo Miranda, onde a autora relata a trajetória das pessoas portadoras de necessidades educacionais especiais, isto é, as conquistas alcançadas por estes sujeitos desde a antiguidade até a idade contemporânea.
Uma destas conquistas relatada, na idade contemporânea, é a valorização do homem, ele passa a ser o conteúdo central do questionamento desse período. Ele passa a ser pensado através das relações que mantém com outros homens na sociedade.
A reflexão primordial que fiz desta conquista foi a valorização da integração social, da inclusão de pessoas que até então eram esquecidas pela sociedade.
Nesta postagem fiz um relato de uma “inclusão” que se concretizou na turma que eu lecionava, inclusão de uma menina com limitações impostas pela deficiência visual.
Inclusão esta que, a meu ver, era uma solidariedade bem intencionada, porém com resultados negativos para o incluso. Pois, a escola não tinha recursos físicos e necessários para desenvolver as possibilidades de aprendizagens deste aluno.
É de conhecimento geral que casos similares ocorrem com freqüência em instituições educacionais regulares, porém como coloquei na postagem “[...] devemos repensar sobre a inclusão de portadores de necessidades especiais nestas instituições, isto é, os casos específicos, pois propiciar integração social de nada garante o desenvolvimento intelectual, o desenvolvimento das potencialidades desse indivíduo.”
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SEMINÁRIO INTEGRADOR IX
26 Outubro, 2010
EIXO V
No 5º semestre tivemos oportunidade de nos conhecermos um pouco mais, a interdisciplina responsável por isso foi a Psicologia da Vida Adulta. Durante este semestre trabalhamos com a aprendizagem na vida adulta a partir do referencial teórico piagetiano, cujo enfoque principal foi a educação de jovens e adultos.
Através das leituras sugeridas tivemos contato com as transformações que ocorrem na convivência do adulto, relacionamentos afetivos, trabalho e educação.
O envolvimento com os temas desta interdisciplina foi tão intenso que me proporcionou uma análise de atitudes minhas e de pessoas que convivem comigo ou que já conviveram...
Apesar de ter certa aversão pelo fórum, pois muitas falas eram ignoradas e davam inicio a outra, em fim, não tinha uma continuidade, nesta interdisciplina houve muitas descobertas que foram socializadas neste espaço. Uma das discussões proposta era sobre as 8 fases da vida adulta segundo Erik Erikson, foi muito produtiva, cada um se “encaixou” em uma das fases e ainda relatou os seus comportamentos, relevantes a tal fase.
Postagem no fórum, em 02/09/2008 20:55:58, em resposta a discussão da colega Solange.
Oi Solange, também estou na mesma fase que tu, estou com 41 anos, e apesar do meu filho estar com 20 anos(idade adulta jovem) eu me preocupo muito com ele, com seus estudos, com as baladas, etc. As vezes eu achava que isso não era normal, porém agora, conhecendo as 8 fases do Erik Erikson, dá para entender o meu comportamento e das demais mães que agem com eu. Estou achando muito interessante estudar essas fases, pois conforme nos apropriamos do conteúdo, inconscientemente fazemos relações com o comportamento de nossos filhos, mãe, irmãos, avós, etc.
Algo que me chamou muito a atenção diz respeito a generatividade, que é um comportamento da fase que estou. Realmente, percebo o quanto é importante pra mim gerar algo, participar de novas experiências, e isso nem sempre foi assim, não na mesma intensidade que agora.
Abração! Sueli
Acredito que esta interdisciplina possibilitou muitas trocas e descobertas para todos os colegas.
Através das leituras sugeridas tivemos contato com as transformações que ocorrem na convivência do adulto, relacionamentos afetivos, trabalho e educação.
O envolvimento com os temas desta interdisciplina foi tão intenso que me proporcionou uma análise de atitudes minhas e de pessoas que convivem comigo ou que já conviveram...
Apesar de ter certa aversão pelo fórum, pois muitas falas eram ignoradas e davam inicio a outra, em fim, não tinha uma continuidade, nesta interdisciplina houve muitas descobertas que foram socializadas neste espaço. Uma das discussões proposta era sobre as 8 fases da vida adulta segundo Erik Erikson, foi muito produtiva, cada um se “encaixou” em uma das fases e ainda relatou os seus comportamentos, relevantes a tal fase.
Postagem no fórum, em 02/09/2008 20:55:58, em resposta a discussão da colega Solange.
Oi Solange, também estou na mesma fase que tu, estou com 41 anos, e apesar do meu filho estar com 20 anos(idade adulta jovem) eu me preocupo muito com ele, com seus estudos, com as baladas, etc. As vezes eu achava que isso não era normal, porém agora, conhecendo as 8 fases do Erik Erikson, dá para entender o meu comportamento e das demais mães que agem com eu. Estou achando muito interessante estudar essas fases, pois conforme nos apropriamos do conteúdo, inconscientemente fazemos relações com o comportamento de nossos filhos, mãe, irmãos, avós, etc.
Algo que me chamou muito a atenção diz respeito a generatividade, que é um comportamento da fase que estou. Realmente, percebo o quanto é importante pra mim gerar algo, participar de novas experiências, e isso nem sempre foi assim, não na mesma intensidade que agora.
Abração! Sueli
Acredito que esta interdisciplina possibilitou muitas trocas e descobertas para todos os colegas.
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SEMINÁRIO INTEGRADOR IX
25 Outubro, 2010
Eixo IV
Na postagem Espaço e Forma relato uma das tantas atividades que coloquei em prática com meus alunos, na interdisciplina de Representação do Mundo pela Matemática. Foi uma das atividades que proporcionou a integração da aprendizagem com a ludicidade.
Esta interdisciplina proporcionou uma metodologia interativa e problematizadora, pois tivemos oportunidade de colocar em prática muitas atividades no sentido de interagir com a intencionalidade de resolver problemas e ampliar o conhecimento.
Apesar de uma quantidade bem expressiva de atividades propostas, esta interdisciplina nos favoreceu a construção de conhecimentos referentes aos temas e conceitos da área.
A primeira atividade foi a construção de uma página do pbworks, para a publicação das criações e das reflexões da interdisciplina. Neste espaço publicamos atividades referentes a Classificação e Seriação, Números e Operações, além de Espaço e Forma.
Esta interdisciplina foi significativa por que quando aplicamos uma atividade com os alunos, seja ela em sala de aula ou no ambiente informatizado, temos uma visão diferente da que teríamos se apenas estudássemos a teoria. Esta experiência nos leva a refletir sobre os prós e contra e, concomitantemente a possíveis soluções de problemas.
Esta interdisciplina proporcionou uma metodologia interativa e problematizadora, pois tivemos oportunidade de colocar em prática muitas atividades no sentido de interagir com a intencionalidade de resolver problemas e ampliar o conhecimento.
Apesar de uma quantidade bem expressiva de atividades propostas, esta interdisciplina nos favoreceu a construção de conhecimentos referentes aos temas e conceitos da área.
A primeira atividade foi a construção de uma página do pbworks, para a publicação das criações e das reflexões da interdisciplina. Neste espaço publicamos atividades referentes a Classificação e Seriação, Números e Operações, além de Espaço e Forma.
Esta interdisciplina foi significativa por que quando aplicamos uma atividade com os alunos, seja ela em sala de aula ou no ambiente informatizado, temos uma visão diferente da que teríamos se apenas estudássemos a teoria. Esta experiência nos leva a refletir sobre os prós e contra e, concomitantemente a possíveis soluções de problemas.
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