30 janeiro, 2008

Minha apresentação

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Avaliação Presencial

Dia 07/01/2008 Finalmente chegou o dia da avaliação presencial, ou seja, apresentação de uma prática eleita como a mais expressiva no que diz respeito a aprendizagem, tanto para o aluno como para o professor. Todos estavam ansiosos, porém no decorrer das apresentações a ansiedade deu lugar para o comprometimento, responsabildade e o profissionalismo de cada um dos integrantes do grupo. Como foi importante esse momento, pois presenciamos o crescimento de cada colega durante este semestre. Veja as fotos do grupo avaliado pela proª Beatriz e pela tutura Rosaura: "É fazendo que se aprende a fazer aquilo que se deve aprender a fazer." (Aristóteles)

08 dezembro, 2007

O 'Passo'

Coloquei em prática a atividade de música, referente a Histórias da Música Popular Brasileira, com os alunos da 4ª série,turma 43, turno tarde. Iniciamos a atividade no dia 26 de novembro, segunda-feira, e concluímos no dia 30 do mesmo mês, sexta-feira. Foram 4 dias de prática, sendo que no dia 27, terça-feira, demos uma pausa, pois tínhamos uma atividade de avaliação de outra disciplina para desenvolver. A primeira etapa da prática foi dedicada a leitura e interpretação, da história do compositor Assis Valente, cuja escolha foi baseada a partir de sua composição, a canção Boas Festas, que coincidentemente é a mesma que os alunos irão cantar na apresentação de final de ano na escola. Após o trabalho de interpretação, apresentei a canção Boas Festas e fizemos debate sobre músicas que são interpretadas de formas variadas e também por intérpretes diferentes. No dia seguinte iniciamos o 'Passo', método de Educação Musical criado pelo professor Lucas Ciavatta e desenvolvido pela professora da interdisciplina de música, do PEAD, Cristina Bertoni dos Santos, na aula presencial. A base do trabalho do 'Passo' é a pulsação, um ritmo que podemos observar em nosso corpo. A partir daí, começamos a produzir sons com palmas, pés e sons vocálicos. Para finalizar esta prática, relacionamos os recursos do método 'Passo', com a canção Boas Festas. Primeiro identificamos na canção a pulsação, depois associamos essa pulsação com o movimento corporal e também com os sons emitidos através das palmas e pés. Essa atividade não tem apenas uma finalidade, ela tráz inúmeras possibilidades, não apenas para o ritmo e os sons, mas para a rítmica com um todo e para uma real aproximação com o universo sonoro. Através dessa prática podemos elaborar outras atividades criando outras formas de explorar sons, ritmos, enfim o universo sonoro que muitas vezes passa despercebidos pela nossa audição, mas que pode ser detectado através de outros órgãos do sentido. E cabe a nós educadores desenvolver o desejo do educando para descobrir esse universo.


 

02 dezembro, 2007

Fazendo Arte

No dia 12 de novembro levei meus alunos a 6ª Bienal do Mercosul, foi uma visita muito significativa, pois por intermédio do mediador os alunos, e eu, aprendemos muito sobre determinadas obras e seus respectivos artistas. Como já havia feito o roteiro do MARGS e do Santander Cultural, o roteiro do Cais do Porto foi mais tranqüilo, pois já havia percebido nos demais roteiros que as obras dessa Bienal transcendem o campo da visualidade, ou seja, nem tudo que vemos têm o significado que pensamos. É como o Projeto Pedagógico da 6ª Bienal enfatiza"...a obra de arte como catalizadora de pensamento crítico", e também"...que uma obra de arte, sobre tudo contemporânea, representa um potencial de comunicação entre o artista e o público. Ao focalizar-nos nesta intençaõ de comunicação, o encontro com uma obra de arte pode converter-se em um processo mais rico, mais dermocrático e mais sugestivo para o desenvolvimento do pensamento de cada pessoa". No primeiro momento, da visitação, os alunos ficaram sem entender nada, porém conforme o mediador explicava eu percebia o brilho nos olhos deles, brilho de curiosidade, brilho de querer saber mais. Então eles começaram a se soltar, fazendo perguntas, como se fossem entendidos no assunto. Fiquei muito orgulhosa, pela postura durante a visita, inclusive o mediador ficou impressionado com o comportamento e a forma como eles interagiam, hora com perguntas, hora com observações criticas, como se fossem profissionais. Após a visitação conversamos sobre as obras e o que eles pensavam sobre o significado de cada obra, a partir da compreenção deles relacionadas com as explicaçções dos mediadores. Foi muito importante esse momento de troca de idéias, pois os alunos tiveram oportunidade de vivênciar diferentes interpretações, as suas e de seus colegas. Acredito que essa experiência, visitação, proporcionou uma transformação no modo de pensar dos alunos, principalmente no que diz respeito a obras de arte. Os alunos fizeram um trabalho muito bonito, a partir da obra de arte da artista Magdalena Atria, que utiliza massinha de modelar, para moldar grandes pinturas. A proposta era que cada um fizesse sua obra livre, porém usando o mesmo material, massinha de modelar. O resultado foi surpreendente! Vejam:

27 novembro, 2007

Me conta uma história

No dia 19 de novembro tivemos um encontro maravilhoso, um momento para contarmos histórias. A principio todos ficaram intimidados, com essa nova experiência, pois estamos habituados a contar histórias para nossos alunos; infelizmente nem todos, e o fato de nos colocar diante de uma platéia crítica, nos deixa um tanto inseguros. Porém os resultados foram surpreendentes, mesmo aqueles grupos que não tiveram tempo para ensaiar, tiveram uma atuação fantástica, eu particularmente nem piscava no momento que as histórias eram narradas por minhas colegas. Em 2002, quando eu ainda estava fazendo o magistério, eu li na revista Família Cristã, uma afirmação de uma especialista em Literatura Infantil e também contadora profissional de histórias, que "...contar histórias faz bem para gente grande, é uma oportunidade para que os adultos resgatem emoções de sua infância, liberando um pouco do estresse e das pressões da vida moderna". Concordo plenamente com essa afirmação, pois no momento das narrativas temos a impressão que penetramos na história, em fim, em outro mundo. Já, o contador da história entra no nosso interior(crianças e adultos), levando-nos um presente mágico e abençoado. A aprendizagem que tive desse momento é de que os adultos que são incapazes de contar histórias são aqueles que temem entrar em contato com sentimentos abafados na infância ou que não querem perder sua imagem de autoridade. Parabéns a todos meus colegas pela apresentação prazeroza, com certeza eles tiveram uma bela infância, recheadas de "Era uma vez...." Esta foto é do meu grupo, minha afilhada esta´narrando e eu sou o papagaio. Algumas fotos dos outros grupos: Mais uma vez, PARABÉNS COLEGAS!!!

Aprendendo a aprender

O bloco de literatura infanto juvenil, sobre poesias, foi um intermediário para uma nova aprendizagem. Nunca dei muita importância para a poesia, sempre trabalhei com textos diversificados, porém, a poesia recebia o menor destaque, ela recebia uma brechinha bem insignificante na leitura; interpretação e produção textual. Assim como a Fanny Abramovich destaca no capítulo 5 do livro "Literatura infantil: gostosuras e bobices", tem pessoas que acham que a poesia tem que ser moralista; falar de costumes edificantes; tem que ser pequenininha; bobinha; que deve tratar de temas patrióticos; cívicos e outros tantos "tem que" e "deve que". Eu achava que as poesias tinham que ter rima; melodia; tinham que transmitir uma mensagem, enfim vários critério que tornavam essa produção textual uma atividade "chata", muito formal. O gosto pela poesia se deu a partir do momento em que comecei fazer pesquisas sobre poesias e compartilha-las com meus alunos, então fui percebendo o quando essa forma de linguagem exerce um facínio sobre a grande maioria deles. E a partir desse entusiasmo começamos a criar poesias, o mais gostoso é que a iniciativa partiu deles, sairam poesias maravilhosas, vejam só alguns trabalhos que os alunos fizeram: Essa produção maravilhosa que uma aluna criou, ainda teve como complemento um desenho, vejam só: Olhem só que linda essa poesia sobre Porto Alegre: Tem uma frase que a professora Suyan disse que pra mim foi de grande importância "Fazer poesia é poetizar". Com essa frase ela quiz dizer que uma poesia não precisa, necessariamente, ter rimas; seqüência de estrofe e versos; nem mesmo um ritmo(foi o que eu entendi), é simplesmente brincar com as palavras. Como disse, o poeta José Paulo Paes, em um poema: Poesia É brincar com as palavras Como se brinca Com bola, papagaio, pião

18 novembro, 2007

Relato de Experiência

No Blog "Relato de Experiência" selecionei o relato de Mafalda Canarin da Silva e Elisabete Regis, sobre o Projeto de Alfabetização de adultos: Do lápis ao computador, que teve início em 07/06/2005. Endereço do projeto: http://geocities.yahoo.com.br/ntecriciuma/index.htm O motivo pelo qual fiz esta escolha foi o grande interesse que sempre tive pela alfabetização de jovens e adultos, porém ao analizar o projeto percebi que esse trabalho vai muito mais além do que ensinar a ler, escrever e fazer contas. Esse projeto surgiu de uma conscientização do NTE(Núcleo de Tecnologia Educacional) e do CEJA(Centro de Educação de Jovens e Adultos) de que, ser cidadão no século XXI exige outros conhecimentos entre eles saber lidar com situações problemas do cotidiano. Este projeto piloto se desenvolveu no Núcleo de Tecnologia Educacional de Criciúma/SC e teve a duração de dois meses. O NTE propôs uma parceria com o CEJA, para trabalhar com alunos alfabetizados, por meio de um projeto piloto. A clientela para este projeto são os estudantes do Curso de Alfabetização para adultos do CEJA. Em parceria com a profª Tânia, colaboradora deste projeto e professora do CEJA, foram feitas vária sugestões aos alunos participantes, como por exemplo, fazer página pessoal em html, escolher um site que fosse de comum acordo entre todos, fazer chat só de palavras, etc. Os trabalhos realizados pelos alunos foram registrados e publicados na web. Mafalda C. da Silva e Elisabete Regis relatam que este foi um projeto muito aldacioso e que foi preciso muita coragem para enfrentá-lo, mas estão colhendo os primeiros frutos.

16 novembro, 2007

visita a Bienal

A visita a Bienal, no dia 11 de novembro, com o roteiro do MARGS e Santander Cultural, foi maravilhoso, pois foi uma visita que nos proporcionou umagrande aquisição de conhecimentos. E como foi importante, para nós leigos, a orientação do mediador, sem ele algumas obras não teriam nenhum fundamento. Foi muito bom compartilhar desse momento cultural com os colegas, tutores e professores. Nesta foto aparece a tutora Rosaura, um grande ser humano, que sempre esteve pronta para me auxiliar no que fosse preciso, além dela estão duas colegas, a Maria Inês e Andréia que foram muito importante no início da minha caminhada no PEAD, ao lado do professor Bento, de artes visuais, está a Marion, uma colega muito querida. Espero que tenhamos outros momentos como este, onde possamos aprender com prazer.

13 novembro, 2007

Cinderela

Dia 18 de outubro fui com meus alunos ao teatro Novo-DC, assistir a peça Cinderela. Apesar de ser uma releitura da tradicional Cinderela, a história encantou meus alunos, o que para mim foi uma grande satisfação, pois nesse mundo de tantas informações e novidades, saber que as crianças ainda se encantam com a magia dos contos de fadas é um grande incentivo para nós educadores. Aproveitando esse momento cultural, o projeto da interdisciplina de Teatro e a atividade de narrativa da interdisciplina de Literatura, elaborei um trabalho de produção textual, atividade em que cada aluno deveria confeccionar um livrinho com a sua releitura da história Cinderela. Ficou muito lindo o trabalho e eu não podia deixar de fazer esse registro com fotos, mostrando o orgulho deles pelo trabalho realizado (não foi possível fotografar todos).

26 outubro, 2007

Segunda etapa- Técnica das fotos

Neste dia os alunos estavam eufóricos, pois aguardavam ansiosos pela segunda etapa do exercício de preparação para a dramatização. Formei três grupos de seis alunos e um de cinco, organizamos a sala; platéia e palco. Definimos os lugares para cada grupo ensaiar e o tempo que teriam para o mesmo. Facilitou muito o meu trabalho o fato da escola disponibilizar duas salas vazias e melhor ainda, ao lado da minha. 1ª representação: Cada grupo teria que fazer uma representação de uma foto de família, a princípio a única exigência era que no momento da foto eles deveriam ficar imóveis como se fosse realmente uma foto. 2ª representação: Cada grupo deveria representar um evento qualquer, a maioria dos grupos escolheram aniversário, sendo que as escolhas não deveriam ser divulgadas para os outros grupos. Após a representação de cada grupo eu fazia alguns questionamentos à platéia, como por exemplo, o papel que cada um estava representando e por último, o que a foto representava. Só neste momento é que os componentes da foto participavam dos questionamentos, respondendo se as respostas estavam corretas ou não. Fiquei muito satisfeita com o retorno desse trabalho, pois me surpreendi com alguns alunos que durante as minhas aulas faziam questão de não chamar atenção e no entanto durante esse trabalho tiveram uma atuação fantástica, tenho certeza que isso vai refletir na aprendizagem deles, pois se sentirão mais seguros e capazes.

21 outubro, 2007

Primeira etapa do planejamento de teatro

Selecionei alguns exercícios, a partir da aula presencial, e realizei com meus alunos de 4ª série. Não foi necessário fazer muitas adaptações, pois a faixa etária e as condições de trabalho que dispunha, estavam de acordo com a experimentação. No primeiro dia, três de outubro, planejei uma aula com as atividades cuja formação dos alunos foi em círculo, começamos com a "dinâmica dos nomes", o "zipt; zapt; cabum; tóin; óin; óin", a dinâmica de caminhar ocupando os espaços da sala e por último o "robô". A princípio eu tinha planejado duas atividades a mais que essas, porém o sucesso do zipt zapt foi tão grande que os alunos pediram para repetir, então não deu tempo de realizar as outras neste dia. Antes de iniciar as atividades expliquei para os alunos que as atividades que iríamos colocar em prática era uma preparação para um posterior trabalho de teatro e que iriam passar por outras etapas. Foi muito gratificante realizar este trabalho, apesar da agitação inicial dos alunos diante do desconhecido, pois através das dinâmicas ficou mais explícito o quanto alguns alunos têm dificuldade de trabalhar com o corpo e mente ao mesmo tempo, principalmente na atividade do zipt zapt,pois é necessário ter um raciocínio rápido para não se confundir com o que fazer e falar. Neste dia não foi possível registrar o trabalho com fotos ou filmes.

20 outubro, 2007

Festa dos calouros

Oi pessoal, gostaria de socializar algumas fotos que tirei na festa dos calouros. A propósito a festa estava ótima, porém foi uma pena que muitos não puderam compartilhar desse momento de confraternização, mas oportunidades não faltarão. Na segunda foto sou eu e minha afilhada Káthia, uma grande
parceira nessa caminhada de aprendizagens.

27 setembro, 2007

10 mandamentos contra o stress!!!

1- Nasça cansado e viva para descansar; 2-Ame a sua cama como a si mesmo; 3- Se ver alguém descançando, ajude-0; 4- Descanse de dia para poder dormir a noite; 5- O trabalho é sagrado, não toque; 6- Tudo aquilo que puder fazer amanhã, não faça hoje; 7- trabalhe o menos possível. O que tiver que fazer, que faça outra pessoa; 8- Calma, nunca ninguém morreu por descançar; 9- Quando sentir o desejo de trabalhar, sente-se e espere que ele passe; 10 -Se o trabalho é saúde, que trabalhe os doentes.

20 agosto, 2007

ENFIM!!

Enfim as férias estão chegando! É tempo de recarregar as baterias para voltarmos com muita energia. Porém antes vou fazer um desabafo: Ki isstress o dia da avaliação do Seminário Integrador! Tenho muita dificuldade em fazer dissertação, me dá um bloqueio que leva pelo menos 15 minutos, a partir daí já consigo me acalmar e produzir algo. Carácas, esses 15 minutos parecem uma eternidade, nesse meio tempo acontece de tudo(que tiram minha atenção)- O telefone da Ilsa toca, é uma mensagem de um colega nos desejando boa sorte. Pelo amor de Deus preciso me concentrar!! -A rejane pede mais um rascunho(o que ela tanto escreve??)- Vou dar mais uma espiadinha no inventário, não tem mistério, agora eu vou conseguir!- A porta se abre e entra a Rosaura!-O que tanto elas falam??- Alguém pede mais um rasculho(se eu conseguisse ler os pensamentos!!). Ufa, finalmente reina a paz, agora vai!! Tic tac,tic tac, consegui!! Agora é só passar a limpo-Minha afilhada, Kathia, já terminou, também ela fala pelos cotovelos, deve ter muito o que escrever, sorte dela. Sei que para a maioria a avaliação foi barbada,pois os tópicos abordados eram os mesmos do inventário, porém eu sempre fico muito tensa, principalmente quando preciso fazer uma dissertação. Vou lembrar disso quando aplicar avaliação aos meus alunos!!

07 agosto, 2007

PARA RELAXAR

OI PESSOAL PASSEI AQUI PARA DEIXAR UMA MENSAGEM PARA VOCÊS, QUANDO TIVER UM TEMPINHO VOLTO COM NOVIDADES, ESTOU MUITO OCUPADA!! KILOUKURA!!

27 junho, 2007

MENSAGEM PARA OS COLEGAS

PARÓDIA DA EDUCAÇÃO

No primeiro dia, o Sistema criou a escola para que todos tivessem o mesmo pensamento sobre o presente, o passado e o futuro.

No segundo dia, o Sistema criou o orçamento global e destinou uma pequena fatia para a educação, sem levar em conta a importância deste setor.

No terceiro dia, o Sistema criou a centralização escolar, afastando totalmente o perigo da criação dos órgãos de representação e participação.

No quarto dia, o Sistema criou a televisão, a revista em quadrinhos, à música estrangeira, pornochanchada, para completar a educação.

No quinto dia, o Sistema criou os instrumentos pedagógicos de motivação para sustentar os estudantes na escola: a merenda escolar, a nota, a estrutura rígida, os jogos.

No sexto dia, o Sistema criou o professor, e disse: “Façamos o professor à nossa imagem e semelhança, que ele domine os alunos, que ele viva correndo de uma escola para a outra para poder sobreviver, que ele não procure se organizar, que ele viva só e com medo”.

No sétimo dia, O Sistema descansou e viu que tudo estava MUITO BOM.

(autor desconhecido)

CAMINHADA DO SEGUNDO SEMESTRE

E aí galera, que pessão!! Pessoal, estou me referindo aos comentários que recebi, mas tudo bem eu realmente estava deixando de lado o meu bloguinho. Gostaria de compartilhar com vocês a minha caminhada, neste segundo semestre, estou conseguindo fazer as atividades em dia, apesar da “banda estreita”, porém o fórum é um espaço que pouco uso, pois acho complicado dar seqüência aos assuntos abordados. Quando iniciei o primeiro semestre me apresentei como “analfabeta da máquina” hoje me considero uma silábica alfabética, pois já aprendia a usar várias ferramentas, que antes para mim eram uns “monstrinhos”. Estou adorando essa oportunidade de descobertas e aprendizagens.
" O sucesso não ocorre por acaso
Deus nos da´o dom.
O mundo nos oferece a oportunidade
E assim, acontece o sucesso
( Valmor Vieira)

20 junho, 2007

Hello! Estou voltando!

Me aguardem logo postarei novidades!

01 abril, 2007

ÁRVORES DE AMIGOS

Existem pessoas em nossas vidas que nos deixam felizes pelo simples fato de terem cruzado o nosso caminho. Algumas percorrem ao nosso lado, vendo muitas luas passarem, mas outras apenas vemos entre um passo e outro. A todas elas chamamos de amigo. Há muitos tipos de amigos. Talves cada folha de uma árvore caracterize um deles. Desejo a você , folha da minha árvore, Paz, Amor, Saúde, Sucesso, Prosperidade... Hoje e sempre...simplesmente porque: Cada pessoa que passa em nossa vida é única. Sempre deixa um pouco de si e leva um pouco de nós. Há os que levaram muito, mas não há os que não nos deixaram nada. Esta é a maior responsabilidade de nossa vida e a prova evidente que duas almas não se encontram por acaso. MUITO OBRIGADA POR TUA PRESENÇA! Desejo a todos um ótimo retorno, e muita sorte nessa nova caminhada, bjus!

14 janeiro, 2007

ECS - 9

ECS atividade 9/ GRUPO A Universidade Federal do Rio Grande do SulPedagogia a Distância Anos Iniciais do Ensino Fundamental Disciplina: Escola, Cultura e Sociedade - Pólo de Alvorada Profª: Vera Corazza Atividade: ECS- atividade 9 versão inicial. Leitura da semana: Marx e Engels (Textos sobre educação e ensino. São Paulo: Moraes, 1983). Grupo: A ? Sistema de ensino e divisão do trabalho (pág.15 a 26) Alunas:Adriana Fraga Soares Aline Bittencourt da Silva Alexandra Stell Machado Ana Cláudia Silveira Del Monego Leonor Guszman Moraes Lidiane Dias Tubino Ligia Maria Bastos Steilein Sandra Bartikoski da Rocha Solange Molina Sentinger Sueli Fonseca dos Santos PRIMEIRA APRESENTAÇÃO PARA DISCUSSÃO Para iniciarmos nossa caminhada falando sobre Marx e Engels é necessário que coloquemos alguns pontos sobre eles. Embora tenha tido uma vivência literária e política, nunca escreveram junta qualquer obra que tratasse sobre ensino e educação. Esses temas aparecem separadamente, mesmo assim não se pode levantar qualquer menção a um sistema pedagógico e educativo elaborado e completo. Cabe também salientar que nenhum nem outro políticos pragmáticos realistas.Suas afirmações sobre educação nos servem como norte para analisarmos as situações críticas sobre o capitalismo, sistema esse que serve de marco muito distinto, dando uma visão contrária á uma sociedade sem classes, na qual todos os cidadãos sejam iguais. A falta de atenção ás necessidades da educação nos primeiros anos do capitalismo e que infelizmente se arrastam até hoje, unida as condições de trabalho da população operária, no trabalho infantil e feminino. Ainda hoje, acredita-se que a única e transformar a sociedade são através da educação. Somente a educação pode libertar o indivíduo da opressão e assim desenvolver a razão.A divisão do trabalho substancial ao processo de implantação do modelo capitalista é o eixo sobre o qual articulam-se as colocações de Marx e Engels, em torno do tema da educação e ensino, discutindo a divisão do trabalho manufatureiro ou industrial.Além dos temas por eles anteriormente também está em decadência o ensino estatal.As relações entre diferentes nações dependem do estágio de desenvolvimento das forças produtivas, da divisão do trabalho e das relações internas de cada uma delas, ou seja, princípio universalmente reconhecido, portanto a divisão do trabalho obriga em primeiro lugar a separação entre o trabalho industrial e comercial e o trabalho agrícola, traz em conseqüência, entre a cidade e o campo e a oposição dos seus interesses e, devido a isso se assiste ao desenvolvimento de diversas subdivisões entre indivíduos que operam em trabalhos determinados.A divisão do trabalho só surge efetivamente a partir do momento em que se opera uma divisão entre trabalho serial e intelectual, igualmente, a partir deste instante ela se encontra em condições de emancipar do mundo e de passar é formação de teoria? Pura, da teologia, da filosofia da moral, etc. Isso acontece quando as forças das relações sociais entram em conflito com as forças produtivas existentes. Sendo assim, cabe ao estado moral e a consciência ter uma prontidão em relação às contradições entre os pontos apresentados, é através da divisão do trabalho que se vê, efetivamente, a atividade intelectual e material. Com a divisão do trabalho, que desenvolve todas essas contradições que estabelecem a divisão do trabalho na família e sobre a divisão da sociedade em famílias isoladas, ocasionando assim a distribuição do trabalho e seus produtos de forma desigual, iniciando-se a partir daí a propriedade, que tem como princípio a mulher e os filhos propriedades do homem. Com certeza, essa escravatura familiar é apenas o inicio da primeira propriedade, de resto, a divisão do trabalho e propriedade privada são expressões idênticas, na primeira temos a atividade propriamente dita e na segunda o produto desta atividade.A divisão do trabalho trabalha com interesses diferentes: os interesses dos indivíduos ou da família singular e o interesse coletivo dos indivíduos que se relacionam entre si, não existem apenas universalmente, mas existem da dependência recíproca dos indivíduos entre os quais é partilhado o trabalho. Sendo assim, conclui-se que desde que os homens vivem em sociedade natural é verificada a diferença entre interesse particular e interesse comum, ou seja, quando a atividade é dividida de forma natural e não mais voluntariamente, a ação do homem transforma-se para ele em um poder estranho que o opõe e subjuga, portanto, ele é dominado pela ação e não mais o contrário. O efeito dessa ação impõe ao homem uma esfera de atividade exclusiva, da qual não pode mais sair, começa aí, a imposição de suas profissões, que passam a ser o meio de sua subsistência; A sociedade comunista apresenta uma forma diferente de aperfeiçoamento, podendo o indivíduo aperfeiçoar-se no campo que melhor lhe aprouver, não sendo obrigado, assim, a ter uma única atividade, é a sociedade que regula a produção geral e lhe possibilita que cada dia possa fazer uma atividade diferente, sem ter que fazer exclusivamente aquilo que lhe foi imposto.O poder social, ou a força produtiva, que dá vida à cooperação dos indivíduos, a qual é condicionada à divisão do trabalho, não se apresenta conforme diz o nome, pois essa cooperação, não é voluntária e natural, mas como um poder estranho, situado dentro do próprio indivíduo, e qual ele não tem poder sobre ela e nem sabe porque se apresenta e, que apresenta muitos estágios de desenvolvimento, sendo ela que dirige o lado para o qual a humanidade deve direciona-se. Essa alienação, só pode ser interrompida se for transformada num poder insuportável, onde o indivíduo de rebelará contra ela, por ser contrário à propriedade privada, e que se encontre contrário ao mundo de riqueza e de cultura sem existência real. Porém, o desenvolvimento das forças produtivas, traz uma condição prática previamente que apenas levará o homem à pobreza e a penúria, que o fará retomar a condição anterior. Somente através do desenvolvimento universal das forças produtivas que será possível estabelecer um intercâmbio universal entre os indivíduos, sendo assim poderá surgir mundialmente o fenômeno da massa privada de propriedade, tornando cada país concorrente universal, fazendo com que cada homem viva definitivamente a história mundial, em vez de ficarem vivendo exclusivamente uma esfera local.A força do trabalho é, portanto, a atividade vital do operário. Essa forma com que o operário mantém sua subsistência, vendendo seu trabalho a um terceiro é unicamente o que lhe permite viver. Trabalha para viver, para ele próprio, portanto, o trabalho lhe é um sacrifício, não um prazer, tornando assim, o produto de sua atividade uma mercadoria, pois o que produz não é para ele próprio. A única coisa que produz para si é o salário para sobreviver. Ele sobrevive, não vive, para ele a vida começa quando interrompe sua atividade, quando vai para casa, poder descansar. Sabe-se, que nem sempre o trabalho foi assalariado, uma mercadoria. O escravo, por exemplo, não vendia sua força de trabalho, mas era vendido com sua força de trabalho, ele era a mercadoria. O escravo trabalhava, produzia e quem lucrava com seu trabalho era o dono, não ele. Analisando as colocações feitas, pode-se dizer que a mão de obra livre vende a si próprio, por pedaços, aos grandes exploradores da terra, da fábrica, enfim, aos capitalistas, doando muitas horas de deu dia para suas fábricas, lavouras... O operário livre não pertence na realidade a um único dono, mas ao dono que puder pagar mais por seu trabalho, que de certa forma é escravo. È escravo, porque se torna uma marionete na mão do capitalista, que quando acha que ele não serve mais, o manda embora sem o menor pudor. Mas infelizmente ele faz parte, como escravo, dessa estrutura capitalista e burguesa.Assim como na cooperação, na manufatura, a coletividade de trabalhadores é uma forma de existência do capital, uma força produtiva que vem da combinação dos trabalhadores. Porém, enquanto a força produtiva deixava intacto o modo de trabalho individual, a manufatura transforma o trabalhador, mutilando-o, tornando-o um simples objeto da oficina do capitalista. Os pensamentos intelectuais e espirituais do operário não são considerados.Enquanto o trabalho cooperativo não mexe na estrutura do indivíduo, a manufatura apodera-se de sua força individual, tornando-o um indivíduo simplesmente instintivo, produtivo. O trabalhador da manufatura, incapacitado, só consegue produzir sua atividade produtiva para o capitalista. Na verdade, embora inconscientemente, ele é marcado com o nome de seu proprietário, seu dono, o capitalista.Na manufatura, acontece o empobrecimento do trabalhador e o enriquecimento do capitalista, por isso a manufatura prospera mais que o operário, tornando-o incapaz de exercitar-se intelectualmente, passa a ser uma criatura estúpida, ignorante, sendo reduzido ao pobre que trabalha, ou seja, a grande massa popular.Tomando isso como base Smith, propõe o ensino popular como a única forma de tornar o trabalhador um indivíduo pensante, capaz de transformar sua realidade. No entanto, G. Garnier contrapõe dizendo que a instrução popular contraria as leis da divisão do trabalho, e adotá-la, seria mudar todo o sistema social. Valeria a pena? Manteria-se a divisão do trabalho? Para Marx, dividir o homem é executá-lo, assassiná-lo...Sendo assim, a subdivisão do trabalho é o assassinato de um povo.A manufatura não exige esforço mental do trabalhador, somente físico, tratando-se de algo que causa muito aborrecimento, passando ele também a ser uma simples máquina, que não pode parar nunca vigiar a máquina. Se não se derem por conta disso, serão facilmente engolidos pelo emburrecimento, restando-lhes somente esperar o seu fim. Mesmo assim, os operários perceberam isso, e, não só desenvolveram sua inteligência como aguçaram o sentimento de revolta e liberdade em relação a todo esse bitolamento. O sentimento de revolta e liberdade é o único sentimento que pode fazer com que o indivíduo saia da situação em que se encontra.A Rússia tinha vantagem em ralação as grandes potências, pois apresentava duas instituições fortes para seus habitantes, o serviço militar obrigatório e a instrução elementar para todos. Mesmo que tivesse dificuldades em mantê-las, no papel, ao menos, existia, pois assim poderia ser apresentada a países que tivessem o mesmo tipo de população. Alguns capitalistas queixavam-se inclusive, que não podiam mais nem se aproveitar de operários que fossem mais desprovidos de conhecimentos escolares, e que os mesmos eram mais desenvolvidos intelectualmente.Pensamos que já melhorou muito, mas ainda existe essa dominação da burguesia sobre a classe operária e, o único jeito de mudar a situação, ainda é através da educação popular, que poderá transformar o homem em cidadão pensante e senhor de seu destino. Sendo assim, perguntamos: Que influência exercemos, nós educadores, sobre nossos alunos, levando em consideração a realidade em que vivem? Em sala de aula, sabemos valorizar os saberes que nossos alunos trazem de casa, ou simplesmente nem os consideramos, fazendo com que sejam apenas mais uns objetos presentes na sala? A condição humana que nosso aluno traz para sala de aula faz com que ele tenha condições de desenvolver-se igualitariamente? A escola pública tem condições de formar cidadãos pensantes e senhores de seus destinos? Será que o governo, realmente tem interesse em formar cidadãos pensantes e transformadores? O que aconteceria em nosso país, se toda sua população fosse realmente escolarizada e autônoma em relação a seus pensamentos?